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Tricologia: cuidados com o cabelo e alimentação saudável podem melhorar a autoestima

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Em nossa sociedade, os cabelos têm um importante papel para construir a nossa identidade. Um corte ou penteado são maneiras que cada um tem de demarcar sua individualidade e indicar sua postura. Por esses motivos, desde a antiguidade o ser humano se preocupa em encontrar soluções para a queda de cabelos e outros problemas que afetem os pelos.

A tricologia é a ciência médica que congrega profissionais das áreas de estética, medicina, nutrição, entre outras, para reunir conhecimentos acerca dos cuidados com o couro cabeludo e solucionar os problemas. Seu principal foco tem sido as alopecias, a redução parcial ou total de pelos em uma área, cuja principal manifestação é a calvície. Mas ela também trata de problemas como caspas, excesso de oleosidade e psoríases.

Graças às pesquisas, hoje se pode contar com medicamentos, tratamentos terapêuticos e preventivos para esses problemas. Mas será que apenas aquele novo remédio ou xampu do comercial pode resolver a queda de cabelo? Para Andrezza Fernandes, nutricionista funcional da Clínica Speciale, o cuidado pode ir além. “Produtos podem sim diminuir a queda de cabelo, mas temos que olhar o indivíduo como um todo. A queda e outros problemas não depende só de uma questão hormonal, mas de hábitos alimentares e nutrientes também”, explica.

A Speciale atua em duas frentes para garantir resultados mais eficazes. Além do diagnóstico feito pela tricologista da clínica, por meio de exame que amplia em 70% o couro cabeludo, os pacientes são encaminhados para nutricionistas que vão orientar sobre alimentos que podem auxiliar na produção e reestruturação de novos fios. Já as terapias e tratamentos, vão desde luzes de led que estimulam o crescimento de cabelo, até aplicação direta de medicamentos no local. “O tratamento vai depender da condição de cada paciente e das suas necessidades. Assim como a nossa saúde em geral, o cabelo também é afetado pelos nossos hábitos, alimentação, estado psicológico entre outros fatores, por isso é bom que os conheçamos e trabalhemos esses aspectos”, conclui Andrezza.

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