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MANCHAS NA PELE: O QUE FAZER?

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Com a proximidade do verão aumenta a demanda por consultas dermatológicas visando ao tratamento das manchas na pele. Após a exposição solar intensa pode ocorrer o escurecimento de manchas pré existentes ou o surgimento de novas lesões. Pacientes ESPERTAS, antecipando o surgimento/agravamento do problema, agendam suas consultas visando às orientações preventivas.

Dentre as manchas, o melasma é uma das principais queixas. Conhecido como “mancha de gravidez”, o melasma afeta homens e mulheres, porém, é mais frequente no sexo feminino. Dentre as hipóteses etiológicas, são aventadas: a influência do hormônio feminino, por isso é mais comum em mulheres e pode piorar ou iniciar na gravidez. Também é reconhecido o papel da exposição aos raios ultravioletas que intensificam a síntese do pigmento melanina. Portanto, a fotoproteção contínua e intensa atua como ponto chave no manejo dessa afecção. Recentemente em um curso que participei em Harvard fomos atualizados com algumas descobertas que ajudarão, em muito, o tratamento/controle dessa afecção.

Para o tratamento clínico, podem ser usadas substâncias com a capacidade de interferir na síntese de melanina, conhecidas como despigmentantes. Dentre elas, a mais utilizada é a hidroquinona, que pode ser encontrada de maneira isolada ou associada a outras substâncias, como ácidos. É sempre importante consultar um dermatologista para resultados eficazes e para o acompanhamento adequado do paciente, uma vez que o uso inadequado de deispigmentantes pode causar efeitos adversos, inclusive, pode piorar o aspecto da mancha. Existem substâncias novas que atuam de maneira semelhante à hidroquinona, porém, de maneira mais segura e sem seus riscos.

Também podem ser acrescentados ao tratamento clínico procedimentos como peelings (substâncias químicas aplicadas na pele por médicos dermatologistas) ou alguns tipos de lasers específicos para tratar o excesso de melanina (com bons resultados quando utilizados com parcimônia).

O que esperar do tratamento? Existe cura para o melasma?

Por ser uma condição crônica e causada por fatores internos e externos, o melasma requer cuidados diários e contínuos. É sempre bom ressaltar que a melhora pode ser seguida de uma recidiva se o paciente não tiver disciplina e se não fizer os cuidados visando à sua manutenção.  A resposta ao tratamento depende da profundidade do pigmento na pele, ou seja, quanto mais profundo está situado o pigmento, pior a resposta terapêutica. O ponto chave do tratamento ainda é o uso rigoroso e regular de fotoprotetores. Vale a pena destacar o DERMABLEND, produto com altíssima capacidade de cobertura/ proteção das manchas e a novidade dos fotoprotetores orais, que reforçam os efeitos dos filtros solares convencionais. Para mais detalhes, pergunte ao seu dermatologista.

 

 

Marcela Dermatologista

Vai beber? Faça a sua escolha!

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Nos momentos de festas e comemorações, sempre surfe a dúvida sobre qual é a melhor bebida a ser escolhida. Vários fatores podem ser levados em consideração, como valor calórico, porcentagem de água, acompanhamentos, quantidade e assim por diante. É importante dizer que, independentemente do tipo de bebida, a presença do álcool faz com que o organismo entre em contato com essa substancia. Por esse motivo, estimular a detoxificação é sempre interessante. Eliminar o álcool do organismo significa utilizar substâncias com capacidade detoxificantes no cardápio, como: própolis, chá verde, couve, clorofila, chá de dente-de-leão, alecrim e alcachofra.

VINHO

É uma bebida fermentada a partir de uvas brancas ou roxas. A preferência pode ser os vinhos tintos, para garantir a presença do pigmento dessa fruta, as proantocianidinas que possuem capacidade antioxidante no organismo. Uma opção interessante é intercalar o consumo do vinho do suco da uva integral, a fim de garantir os efeitos positivos da uvas roxas.

DRINQUES

A maioria dos drinques é preparada com bebidas destiladas, como vodca, rum, cachaça e saquê. Essas opções não possuem glúten na composição e podem ser combinadas com frutas e sucos naturais. A dica é evitar a combinação com refrigerantes, sucos artificiais e adoçantes artificiais. É possível não consumir grande quantidades, sempre mantendo a hidratação entre as doses. O teor do álcool dessa opções acaba sendo maior. Por isso, o numero de doses deve ser controlado.

CERVEJA

A cerveja é a bebida mais escolhida, pelo custo ser baixo e agradar á maioria em relação ao paladar. Ele ganha destaque por ter, na composição, a presença da cevada. Com isso, ingestão de glúten é inevitável. Por esse motivo, a cerveja facilita o acúmulo de gordura na região abdominal por promover maior resistência á insulina. Além disso, pelo teor de álcool não ser em maior quantidade em relação a outras bebidas. Assim sendo, tenha cuidado com a quantidade e a frequência no consumo dessa bebida. Existem versões sem glúten que podem ser experimentadas.

ESPUMANTE

Com teor de álcool intermediário, pode ser uma bebida de escolha, se for controlada no número de doses. O cuidado deve ser em relação ás versões doces, já que assim o volume tolerado passa a ser maior. Intercalar com água gasosa saborizada com frutas e especiarias é uma excelente dica.

Antes de escolher o tipo de bebida, é interessante pensar na quantidade a ser ingerida e na frequência do consumo. Usar o álcool como um momento de relaxamento pode ser indicativo de estresse. Assim, o que deve ser feito é controlar o nível de estresse com algumas condutas como: praticar atividades físicas regulares, comer de 3 em 3 horas, garantir um sono reparador, praticar atividades como yoga ou meditação, consumir alimentos ricos em vitamina C e comer abacate com certa regularidade.